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Pequenos recipientes e lixo são os principais criadouros do Aedes aegypti em SC






O resultado do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado durante o mês de novembro deste ano, revela que os pequenos recipientes (38,1%), como pratinhos de plantas, são os principais potenciais criadouros do mosquito em Santa Catarina. Em seguida, aparecem o lixo e a sucata (25,7%). No total, foram inspecionados 88.755 depósitos no estado. Os dados completos do LIRAa foram divulgados nesta quinta-feira, 3, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina.


Conforme está definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 103 municípios catarinenses realizaram o último levantamento.


Um dos objetivos é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. “O LIRAa permite a identificação de áreas com maior ocorrência de focos, bem como dos criadouros predominantes, indicando o risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya. É um panorama da situação de Santa Catarina e serve para direcionar as ações que devem ser executadas nos municípios”, explica João Fuck, gerente de zoonoses da Dive/SC.


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