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Balneário Camboriú já vacinou 61,65% da meta contra a Influenza


Segue até o dia 1º de junho a vacinação contra a Influenza. Em Balneário Camboriú, até esta quarta-feira (16), 61,65% da meta foi alcançada, um total de 14.679 doses aplicadas. A menor procura continua sendo no público infantil. Até o momento, apenas 25,25% das crianças, de seis meses a menores de cinco anos, foram vacinadas. A procura também está baixa entre as gestantes, sendo que apenas 33,89% já se vacinaram. Os idosos são os que mais estão procurando se imunizar. Já foram aplicadas 10.883 doses neste público, uma cobertura de 81,33%.

Todas as Unidades de Saúde de Balneário Camboriú estão vacinando. A partir da próxima segunda-feira (21) a UBS da Vila Real ficará com a sala de vacina aberta das 7h às 18h. A medida é para incentivar os pais a levarem as crianças para se vacinarem, após ou antes o horário de trabalho. As demais unidades também estão traçando ações para incentivar a vacinação.

O grupo prioritário da campanha são pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.